Deputado estadual Hilton Coelho · PSOL-BA · Assembleia Legislativa da Bahia

O Mandato da Resistência.

Transparência total, à vista de todos: as 709 proposições apresentadas desde 2019, as notícias da atuação do mandato e os projetos de fiscalização cidadã — tudo aberto, pesquisável, ao alcance de qualquer pessoa.

709proposições desde 2019
106projetos de lei
434indicações
6leis publicadas

+ 126 moções · 16 projetos de resolução · 6 decretos legislativos · 21 requerimentos

Proposição em destaque · PL 26386/2026 · protocolado em 23/09

Suspender os descontos do Banco Master na folha dos servidores.

Suspende, no âmbito da Administração Pública do Estado da Bahia, os descontos em folha de pagamento decorrentes de empréstimos consignados e operações similares contratadas junto ao Banco Master, ao Banco Pleno e a instituições a eles associadas, e todas as operações relacionadas ao Credicesta.

Situação Em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da ALBA. Ver a proposição →

Quem é Hilton Coelho

Desde 2019 na ALBA

Historiador formado pela UFBA e mestre em História, servidor público federal e ex-professor de cursinho popular, Hilton Coelho foi o primeiro vereador do PSOL em Salvador (2013–2019) e, desde 2019, é o primeiro deputado estadual do partido na Bahia — reeleito em 2022 pela federação PSOL-Rede. O Mandato da Resistência atua em quatro eixos: direitos humanos, educação, meio ambiente e serviço público, sempre ao lado das lutas populares.

Últimas do mandato

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1º set 2026
Destaque · virou decreto
Na imprensaBahia Notícias

Decreto cria o Refúgio de Vida Silvestre da Serra da Chapadinha

Publicado no Diário Oficial, o Decreto 24.778 protege 18,3 mil hectares em Itaetê, Ibicoara, Mucugê e Iramaia e proíbe a mineração. Autor da proposta da unidade de conservação, Hilton comemorou a vitória de anos de luta ao lado do movimento Salve a Serra.

24 set 2026
DossiêFiscalização cidadã · Dossiê 05

Mandato publica dossiê sobre os interesses estrangeiros na eleição

Perfis dos EUA com posts pagos, uma casa de apostas proibida no Brasil, a pressão de Washington e o prêmio mineral das terras raras — dez capítulos e 98 fontes documentadas, com a pergunta que ninguém respondeu: quem pagou?